26 de jul de 2010

Twitcam: Polícia investiga cenas de sexo com adolescentes transmitidas na internet

  

O polêmico caso aconteceu ontem à noite, em uma twitcam (serviço de webcam online via twitter): um garoto de 16 anos , natural de Porto Alegre, ameaçava tirar a virgindade de uma menina, aparentemente da mesma baixa idade que ele, quando sua twitcam alcançasse o público de 20 mil pessoas assistindo.

Não sei como a história acabou, mas o vídeo foi gravado, gerou revolta de muita gente e promete ser a grande polêmica do dia (da semana ou do mês, quem sabe). Mais do que a simples exposição de menores, que já é um fato preocupante.


O que é o fenômeno twitcam? - Se você acha que publicar vídeos no Youtube é o hype do momento, esqueça. A moda agora é transmitir o que você está fazendo no momento em que as coisas acontecem. Se você procurar no site da ferramenta, o twitcam.com, é possível ver de tudo, de palestras e ambientes de trabalhos até gente conversando e se exibindo.
E há mesmo muita gente querendo aparecer, seja para conversar, massagear o ego com milhares de seguidores ou simplesmente mostrar partes do corpo – ou, claro, as três coisas juntas. Afinal, é muito fácil usar o serviço: basta uma webcam, uma conexão rápida e apenas três passos (ligar a cam, logar no twitter e clicar um botão). O problema é que, como bem citou @loverox, a ferramenta não tem qualquer botão para denúncia de conteúdo inapropriado, o que ajuda a tornar tudo uma terra sem lei.
UPDATE às 14h37: Nas buscas por alguma outra informação sobre o “caso , encontrei esta notícia de uma rádio de Criciúma, em Santa Catarina, que escancara a onda de exibicionismo que ocorre no submundo da twitcam. É uma tendência; chocante, mas tendência.
 Às 17h, eis que ressurge “damzinho”, com novo twitter e orkut, que haviam sido deletados na noite anterior, provavelmente em um momento de desespero diante da repercussão negativa de seu video.
 Creditos: http://www.tirolivre.com/despojo/?p=190

Saiu na ZH.com

Polícia investiga cenas de sexo com adolescentes transmitidas na internet

 

A Polícia Civil investiga uma transmissão feita à noite passada no Twitter que mostraria cenas de sexo entre dois adolescentes de Porto Alegre. As cenas foram veiculadas ao vivo por meio da ferramenta TwitCam e acompanhadas por internautas. No site, é possível que qualquer usuário tenha acesso a imagens de webcam em tempo real. O vídeo mostra um jovem de 16 anos em atos sexuais com uma adolescente.

O caso chamou a atenção de outras pessoas conectadas ao Twitter, que mandaram dezenas de mensagens ao titular da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Emerson Wentd. O delegado garantiu que os vídeos serão investigados. Wentd afirmou que o jovem poderá ser acusado de ato infracional por exibição de cenas de sexo entre menores de 18 anos. O adolescente apagou a sua conta no Twitter e no Orkut após a transmissão.

 ATUALIZADO AS 19HS 30 MIN


Adolescentes são detidos por fazerem sexo ao vivo na web



Dois adolescentes de 16 anos foram detidos nesta terça-feira em Porto Alegre (RS) por transmitirem ao vivo, via Twitter, cenas de ambos em relação sexuais.
A transmissão foi feita por meio da ferramenta Twitcam, que permite o envio em tempo real para o Twitter, e esteve aberta para qualquer usuário da rede social – de acordo com o delegado Emerson Wendt, titular da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), houve 25 000 visualizações.
Wendt disse que o caso foi comunicado à Polícia Civil pelos próprios internautas. Usando as informações postadas por ambos em redes sociais, ambos foram identificados já na manhã desta terça. O adolescente apagou a sua conta no Twitter e no Orkut após a transmissão, mas não adiantou.
"Eles disseram que se conheceram pelo MSN e estavam jogando. A menina perdeu e seu 'castigo' foi se exibir via internet", conta o delegado.
O problema é que o vídeo já foi postado por outro usuário em um site de compartilhamento, onde já teve outras 25 000 visitas. Este internauta, que também está sendo investigado, pode ser condenado de 3 a 6 anos de prisão, de acordo com o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 
Já os adolescentes podem receber desde uma advertência até medidas sócio-educativas. 
Chamados à delegacia, os pais mostraram surpresa, conta o delegado. "Eles disseram que não acompanhavam a rotina virtual dos filhos", disse Wendt.

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