13 de mai de 2011

Tchecas do Pânico são apenas uma pegadinha e de marketing viral.



Michaela e Dominika estrelaram o reality "As Tchecas do Brazil" no Panico na TV. O que muitos não sabem é que tudo isso não passa de uma pegadinha e de marketing viral.

A revelação das duas tchecas assumindo oficialmente o papel de embaixadoras da nova cerveja é feita no filme “We Luv Brazil – As Tchecas Proibidas”, que tem versões para a internet e comerciais para a TV aberta.

As loiras são garotas-propaganda de uma nova marca de cerveja, a Proibida, que será lançada pela Companhia Brasileira de Cervejas Premium (CBBP) com o slogan "Libera a Proibida".



De acordo com a CBBP, a Proibida é a única cerveja Pilsen originalmente brasileira concebida na região das melhores cervejas do mundo: a cidade de Plzeň, na República Tcheca. Fabricada com ingredientes selecionados e qualidade Premium, tem um sabor leve e refrescante.

blogsempreon

6 comentários:

  1. 1961 - través de decreto federal, o intervalo comercial é fixado em três minutos e os menores de 18 anos nã podem participar em programas de debates.
    1963 - http://www.planalto.gov.br/ccivil/decreto/Antigos/D52795.htm (Obs.: 1/4 da programação)
    1971 - O Ministério das Comunicações regulamenta a exibição de comerciais de 3 minutos para cada quinze minutos de programação. (Obs.: 1/5 da programação)

    LEMBRANDO QUE...

    DECRETO No 52.795, DE 31 DE OUTUBRO DE 1963.
    Aprova Regulamento dos Serviços de Radiodifusão.
    CAPÍTULO II
    Da finalidade dos serviços
    Art 3º Os serviços de radiodifusão tem finalidade educativa e cultural, mesmo em seus aspectos informativo e recreativo, e são considerados de interêsse nacional, sendo permitida, apenas, a exploração comercial dos mesmos, na medida em que não prejudique êsse interêsse e aquela finalidade....
    CAPÍTULO II
    DA PROGRAMAÇÃO
    Art 67. As concessionárias e permissionárias de serviços de radiodifusão, observado o caráter educacional dêsse serviço, deverão na organização dos seus programas, atender entre outras às seguintes exigências:
    1. manter um elevado sentido moral e cívico, não permitindo a irradiação de espetáculos, trechos musicais cantados, quadros, anedotas ou palavras contrários à moral familiar e aos bons costumes;
    2. limitar a um máximo de 25% (vinte cinco por cento) pelo horário da sua programação diária, o tempo destinado à publicidade comercial;
    3. destinar um mínimo de 5% (cinco por cento) do horário de sua programação diária para transmissão de serviço noticioso...

    No mais é um serviço (ou bem) público confiado a eles (Silvio, Roberto, Edir, entre outros) que não são donos do espectro eletromagnetico, nem dos meios e nem dos equipamentos para transmisão

    TV aberta não é loja. Quer vender, que vá trabalhar numa loja, "artistas" MERCENÁRIOS.

    ResponderExcluir
  2. Respostas
    1. ACOOOOORDA POOOOVO!
      AAAACOOOODAAAAAAAA!

      Excluir
  3. Merchan, TV aberta, interesse social

    CÓDIGO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES:
    Artigo 38. Nas concessões, permissões ou autorizações para explorar serviços de radiodifusão, serão observados, além de outros requisitos, os seguintes preceitos e cláusulas:
    d) os serviços de informação, divertimento, propaganda e publicidade das emprêsas de radiodifusão estão subordinadas às finalidades educativas e culturais inerentes à radiodifusão, visando aos superiores interesses do País;
    f) as emprêsas, não só através da seleção de seu pessoal, mas também das normas de trabalho observadas nas estações emissôras devem criar as condições mais eficazes para que se evite a prática de qualquer das infrações previstas na presente lei;
    h) as emissôras de radiodifusão, inclusive televisão, deverão cumprir sua finalidade informativa, destinando um mínimo de 5% (cinco por cento) de seu tempo para transmissão de serviço noticioso.

    REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE RADIODIFUSÃO:
    Art 3º Os serviços de radiodifusão tem finalidade educativa e cultural, mesmo em seus aspectos informativo e recreativo, e são considerados de interêsse nacional, sendo permitida, apenas, a exploração comercial dos mesmos, na medida em que não prejudique êsse interêsse e aquela finalidade.
    Art. 28 - As concessionárias e permissionárias de serviços de radiodifusão, além de outros que o Governo julgue convenientes aos interesses nacionais, estão sujeitas aos seguintes preceitos e obrigações:
    11- subordinar os programas de informação, divertimento, propaganda e publicidade às finalidades educativas e culturais inerentes à radiodifusão;
    12 - na organização da programação:
    a) manter um elevado sentido moral e cívico, não permitindo a transmissão de espetáculos, trechos musicais cantados, quadros, anedotas ou palavras contrárias à moral familiar e aos bons costumes;
    b) não transmitir programas que atentem contra o sentimento público, expondo pessoas a situações que, de alguma forma, redundem em constrangimento, ainda que seu objetivo seja jornalístico;
    c) destinar um mínimo de 5% (cinco por cento) do horário de sua programação diária à transmissão de serviço noticioso;
    e) reservar 5 (cinco) horas semanais para a transmissão de programas educacionais;
    15 - criar, através da seleção de seu pessoal e de normas de trabalho, na estação, condições eficazes para evitar a prática das infrações previstas na legislação específica de radiodifusão;
    Art 67. As concessionárias e permissionárias de serviços de radiodifusão, observado o caráter educacional dêsse serviço, deverão na organização dos seus programas, atender entre outras às seguintes exigências:
    1. manter um elevado sentido moral e cívico, não permitindo a irradiação de espetáculos, trechos musicais cantados, quadros, anedotas ou palavras contrários à moral familiar e aos bons costumes;
    2. limitar a um máximo de 25% (vinte cinco por cento) pelo horário da sua programação diária, o tempo destinado à publicidade comercial;
    3. destinar um mínimo de 5% (cinco por cento) do horário de sua programação diária para transmissão de serviço noticioso.

    ResponderExcluir
  4. Merchan, TV aberta, interesse social

    Infelizmente o que se nota é um excesso de publicidade comercial em média 50% chegando a 80% dependendo do horário, o que vai contra o artigo 124 do Código Brasileiro de Telecomunicações, que agora é de 25% e já foi 20%. E amanhã? Serão 30%, 40%, 50%? Eu como cidadão prefiro que seja 0%. Mas, não satisfeitos com seus 25%, e movidos pela ganancia, os permissionários abusam com os chamados merchans, roubando do telespectador o seu direito a cultura, informação e educação, colocando em seu lugar a cultura do consumo sem responsabilidade, consumo sem educação e consumo a qualquer custo. Os merchans devem ser proibidos de vez da TV aberta, pois, a TV aberta se trata de uma prestação de serviço público.
    Os merchans de acordo com o IBOPE, rendem para as emissoras em média R$ 6.000.000.000,00 (6 bilhões) por ano. E por uma fatia deste valor (roubado do bem público do povo) um permissionário como o SBT, não satisfeito em roubar do povo inserindo merchans nos programas, ao invés de utilizar os intervalos comerciais que é seu direito, passou a agredir o seu público (de todas as faixas etárias e durante as 24 horas do dia) com as piscadas (2/3 de segundo) de seus produtos, e que é defendido pelo CONAR (Rep.nº 185/12), apesar de que no seu "CODIGO BRASILEIRO DE AUTORREGULAMENTAÇÃO PUBLICITÁRIA" proibir esta técnica publicitária no artigo 29. Na verdade os merchans vão contra o "CODIGO BRASILEIRO DE AUTORREGULAMENTAÇÃO PUBLICITÁRIA" nos seus artigos 19, 23, 27, 28, 30, 31, 33 e o seu novo artigo 37 (novela Carrosel, o infantil Bom Dia e Cia). Em nome dos lucros o interesse social, a saúde, a segurança, o direito a informação, o futuro de nossos filhos é sacrificado em nome dos interesses comerciais. Ao público, sem possibilidade de defesa resta, à força assistir a publicidade inserida em telejornais, filmes, novelas, programas de auditório etc., senão simplesmente se negar ao direito de assistir a TV aberta, ou seja, seu direito a informação, educação e acesso a cultura.
    Os patrocinadores, em nome do interesse comercial em detrimento dos interesses coletivos e da nação, impõem censura aos programas de TV e principalmente telejornais. É comum ver na TV aberta acidentes com motoristas bêbados onde as latinhas de cerveja do patrocinador é apagada e onde as latinhas da empresa não patrocinadora são exibidas e até mencionadas o nome da empresa. Roubos, explosão de caixas eletrônicos e "saidinhas de banco" onde a faixada do banco patrocinador é apagada, seu nome não é mencionado e nem a sua localização, enquanto que a de bancos não patrocinadores o seu nome é mencionado, sua fachada é exibida e até a sua localização é mencionada. Assista a TV aberta e perceba um carrinho de sorvete apagado ao fundo da reportagem, jornais em bancas, postos de gasolina. Censura, um atentado para com este futuro arquivo histórico.
    Logo a prestação de serviço não esta sendo prestada, então seria correto a aplicação do artigo 63 do CÓDIGO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES, em vista das alíneas A, B e seu parágrafo único, que pune o descumprimento do seu artigo 38 e também a cassação da concessão como previsto no artigo 64.
    infelizmente, a maioria da população não sabe que a TV aberta é uma prestação de serviço público. E os poucos que sabem disso desconhecem a sua finalidade cultural, educativa e informativa e que o merchan é um crime contra o interesse de toda a coletividade brasileira.

    ResponderExcluir
  5. Merchan, TV aberta, interesse social

    Eu proponho:
    1) - fim imediato do merchan na TV aberta
    2) - os valores arrecadados até então com os merchans (publicidade indevida pois foi utilizado tempo cultural, informativo, educacional etc. e não o tempo comercial legal) sejam resgatados para o devido uso da coletividade
    3) - punição às concessionárias e/ou permissionários, pelo terrorismo ao povo brasileiro, que é o merchan
    4) - punição maior ao SBT pela agressão ao povo por parte da publicidade Jequiti (piscadas 2/3 de segundo) e seus falsos programas infantis
    5) - campanha para conscientizar a população de que a TV aberta é uma prestação de serviço público, com sua finalidade cultural, informativo e educacional para com toda a sociedade, e não comercial
    6) - Ética e respeito. Permita ao telespectador a escolha/oportunidade de assistir ou não à publicidade.
    7) - Publicidade apenas no intervalo comercial.

    ResponderExcluir

Related Posts with Thumbnails